Lilian Ercolin Psicóloga
Aqui você encontra assuntos sobre Psicologia.
28/08/2026
Dr. Raphael Vasconcelos | Médico with .repost
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Existe uma profissão cujo instrumento principal é a presença.
No Dia do Psicólogo, uma reflexão sobre o que há de singular nesse trabalho: a escuta como ato técnico e humano, o paradoxo do vínculo que se constrói para ser dispensado. (27 de agosto)
28/08/2026
*O que f**a quando o processo termina*
Na psicoterapia infantil, o vínculo não está à margem do trabalho técnico: ele é uma de suas principais bases. Por meio de uma presença acolhedora, capaz de sustentar e amparar — aquilo que Winnicott denominou holding —, a criança encontra um espaço seguro para expressar, pelo brincar, experiências e sentimentos que ainda não consegue traduzir em palavras.
Esse vínculo também se relaciona à necessidade humana de estabelecer conexões seguras. Conforme descreveu Bowlby em sua teoria do apego, é a partir de uma base segura que a criança se permite explorar, elaborar suas experiências e, com o tempo, também se despedir.
Por isso, o encerramento do processo terapêutico requer tanto cuidado quanto o seu início. Elaborar uma separação — ainda que represente a conclusão de um ciclo de cuidado e o reconhecimento dos avanços alcançados — envolve um trabalho psíquico. Quando conduzido de maneira gradual e cuidadosa, esse momento favorece a integração das experiências e dos recursos construídos ao longo do percurso.
Na última sessão, recebi um bolo como presente de despedida. Um gesto simples, escolhido com carinho, que expressou algo que nenhuma técnica, isoladamente, seria capaz de explicar: ali houve encontro, confiança e um cuidado construído ao longo do tempo.
Alguns processos terminam, mas deixam marcas que permanecem. E, às vezes, a gratidão também encontra uma forma muito especial de se expressar. 💛
Referências
BOWLBY, J. Apego e perda: apego – a natureza do vínculo. v. 1. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
FREUD, S. Luto e melancolia (1917). In: FREUD, S. Obras completas, volume 12: introdução ao narcisismo, ensaios de metapsicologia e outros textos (1914–1916). Tradução de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
WINNICOTT, D. W. O ambiente e os processos de maturação: estudos sobre a teoria do desenvolvimento emocional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1983.
WINNICOTT, D. W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975.
26/08/2026
Movimento Desconecta with .repost
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Hoje, uma criança não precisa “procurar coisas de adulto” na internet para dar de cara com pornografia.
O algoritmo entrega, o colega mostra na van, o anúncio p**a na tela do jogo.
Pesquisas indicam que a média do primeiro contato é aos 9 anos. O impacto desse susto gera culpa, vergonha e confusão em quem ainda nem tem maturidade para processar aquilo.
Controle parental ajuda, mas não blinda 100%. A melhor forma de diminuir essa exposição é adiar o smartphone pessoal e combinar regras comuns com as famílias ao redor.
Converse antes que a internet mostre. Adie o smartphone. Assine o Acordo Coletivo (o link está na nossa bio).
Envie este post para os pais da turma do seu filho para alinharem esse combinado juntos!
26/08/2026
Portal Lunetas with .repost
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“Limpar e organizar a casa não é só responsabilidade dos adultos e, muito menos, só das mulheres. Crianças podem (e devem!) participar dos cuidados do lar, aprendendo autonomia, organização e respeito.
Quanto mais cedo elas se envolvem, mais conscientes se tornam sobre a vida em comunidade. ⠀
No livro ‘Quem limpa?’, a escritora Bianca Santana abre esse diálogo essencial entre pais, educadores e cuidadores. Vamos conversar sobre isso
Descrição de imagem: Imagem 1
Ilustração mostra uma criança limpando o vaso sanitário e outra regando plantas no banheiro. Texto: “Quem limpa a sua casa? Incluir as crianças nas tarefas domésticas ensina sobre autonomia, cuidado e desigualdades.”
Imagem 2
lustração de criança limpando janela e outra sentada com celular. Texto: “Crianças podem ajudar em casa desde cedo.
2 a 4 anos: guardar brinquedos, organizar livros, roupas no cesto, lixo, prato na pia, passar pano.
4 a 6 anos: arrumar cama, guardar roupas, regar plantas, alimentar animais, colocar mesa.
6 a 8 anos: recolher lixo, ajudar a cozinhar, preparar lanche, lavar louça.
8 a 12 anos: varrer, dobrar roupas, cuidar do quarto.”
Imagem 3
Fotografia de uma mulher deitada, sorrindo. Texto: “Quando damos a responsabilidade de algo para as crianças, também estamos ajudando no seu desenvolvimento.” — Priscilla Biancalana, pediatra e neonatologista.
Imagem 4
Fotografia de uma mulher sorrindo. Texto: “Sem o trabalho de cuidar, a vida não é possível. O cuidado está no centro da nossa possibilidade de existir, então pode ser valorizado nessa mesma proporção, além de ser compartilhado.” — Bianca Santana, autora do livro “Quem limpa?”.
26/08/2026
O que é (e para que serve) a avaliação neuropsicológica?🧠
Você já ouviu falar, mas talvez ainda tenha dúvidas sobre como esse processo funciona na prática.
A avaliação neuropsicológica é uma investigação clínica que busca compreender o funcionamento cognitivo, comportamental e emocional de uma pessoa. Isso é feito por meio de entrevista detalhada (anamnese) e da aplicação de te**es padronizados e validados cientif**amente — nunca de forma aleatória.
Ela pode ajudar a:
✔️ Esclarecer um diagnóstico
✔️ Mapear fragilidades e potencialidades cognitivas
✔️ Orientar tratamentos, reabilitação e adaptações
✔️ Acompanhar a evolução de uma condição ao longo do tempo
E quando procurar? Tanto em adultos (mudanças de memória, dificuldades após uma lesão neurológica, alterações de comportamento sem causa aparente) quanto em crianças (dificuldades escolares persistentes, suspeita de TDAH, TEA ou indicadores de Altas Habilidades/Superdotação).
Passa pelo carrossel 👉 e, se ficou com alguma dúvida, me chama nos comentários ou no direct.
📍 Lilian Ercolin | Psicóloga | CRP 06/69849
23/08/2026
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Quando nasce um bebê, quem está olhando para a mãe?
Essa é uma pergunta que precisa fazer parte do cuidado no pré-natal, no puerpério e também muito depois do parto.
A depressão pós-parto atinge milhares de mulheres no Brasil. E, apesar de todos os avanços que tivemos na compreensão da saúde mental materna, o sofrimento psíquico ainda pode passar despercebido pela família, pelos profissionais de saúde e, muitas vezes, pela própria mulher.
Como ressaltei em entrevista ao jornal A Tribuna, de Vitória (ES), o modelo tradicional de assistência perinatal ainda é muito focado no bebê. Evidentemente, ele precisa de toda a atenção. Mas a mãe também precisa ser vista, ouvida e acompanhada.
Tristeza persistente, ansiedade intensa, medo, alterações importantes do sono, sensação de incapacidade e outros sinais de sofrimento não devem ser naturalizados simplesmente porque uma mulher está vivendo o puerpério.
Falar sobre saúde mental materna é também falar sobre prevenção, diagnóstico e acesso ao cuidado.
Porque a maternidade não deveria tornar invisível a mulher que existe nela.
Dr. Joel Rennó Jr.
Psiquiatra e especialista em Saúde Mental da Mulher
14/08/2026
😊
04/08/2026
Retornando… 3o semestre Mestrado✅🤓📚
03/08/2026
Life Saúde Mental with .repost
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É muito fácil olhar para trás e ver exatamente onde você deveria ter feito diferente.
O problema é que a gente esquece que o “eu” do passado não tinha as experiências ou as respostas que o “eu” de hoje tem.
Pare de cobrar perfeição de quem só estava tentando acertar. Acolha a sua trajetória.
A vida acontece. Acontecemos junto.
02/08/2026
O sonho em ser mãe… O desejo da maternidade sempre esteve em mim. Senti receio, medo, frustração e até a aceitação caso isso não se concretizasse (porque fizemos tudo que estava ao nosso alcance). Mas enfim, estamos aqui ❤️ vivendo toda esta intensidade que é a maternidade. Na época, veio também a expectativa de vivenciar o parto humanizado, com toda uma equipe escolhida “a dedo” também para vivenciar outro desejo, mesmo que com medo, mas com coragem. Porém, Maria Clara ficou em posição pélvica na metade da gestação e mesmo com todo o empenho de exercícios e cuidados para que ela f**asse cefálica, não aconteceu… O parto cesárea veio, com a equipe escolhida e foi incrivelmente humanizada 😍🫶🏻. Foi lindo esse encontro ❤️🙏🏼 Ai vieram outras duvidas: será que terei leite? Será que irei conseguir amamentar? E sim. Aconteceu. Mas sem expectativas de período, por quanto tempo… E fico muito feliz de ainda estarmos assim, todos os dias, juntinhas aproveitando todos estes momentos. ❤️
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